Um total de 35 pessoas das que foram afetadas por uma purga dirigida pelo governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), após uma tentativa de golpe no dia 15 de julho, suicidaram-se durante o estado de emergência declarada pouco depois do golpe falhado, de acordo com um relatório da principal oposição do Partido Republicano (CHP).

O relatório da CHP, intitulado “Suicídios que tomaram lugar durante o estado de emergência”, mostrou que 35 pessoas que ou cujos familiares foram afetados pela purgação pós-golpe, quer por perderem os seus postos de trabalho ou por serem detidos, devido às suas ligações ao movimento Gülen, têm vindo a cometer o suicídio.

O relatório da CHP foi preparado pelo vice-presidente da CHP, Veli Ağbaba.

Das 35 pessoas que se suicidaram durante o estado de emergência, que foi declarado pela primeira vez no dia 21 de julho e ainda está em vigor, 13 vítimas suicidaram-se em casa, sete na prisão, uma num centro de detenção, uma num dormitório, oito nos seus locais de trabalho e cinco na rua.

De acordo com o relatório da CHP, dezassete das pessoas que se suicidaram durante o estado de emergência eram agentes da polícia, quatro deles eram soldados, quatro deles professores, dois deles guardas prisionais, um conselheiro, um governador de distrito, um imã, um procurador público, um engenheiro, um estudante, um médico e um dentista.

No relatório afirma-se que a falta de meios judiciais que ajudem as vítimas da purga a provar a sua inocência e as alegações de tortura nas prisões turcas levaram a um aumento significativo no número de suicídios.

A Turquia sobreviveu a uma tentativa de golpe militar no dia 15 de julho, que matou mais de 240 pessoas e feriu mais de mil pessoas. Imediatamente após o golpe, o governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), juntamente com o Presidente Recep Tayyip Erdoğan, culparam o movimento Gülen.

De acordo com uma declaração do Ministro do Interior Süleyman Soylu no dia 2 de abril, um total de 113.260 pessoas foram detidas como parte das investigações sobre o movimento Gülen desde a tentativa de golpe de dia 15 de julho, enquanto  47.155 pessoas foram colocadas em prisão preventiva.

(Turkish Minute)

O relatório da CHP, intitulado “Suicídios que tomaram lugar durante o estado de emergência”, mostrou que 35 pessoas que ou cujos familiares foram afectados pela purgação pós-golpe, quer por perderem os seus postos de trabalho ou por serem detidos, devido às suas ligações ao movimento Gülen, têm cometido suicídio.

O relatório da CHP foi preparado pelo vice-presidente da CHP, Veli Ağbaba.

Das 35 pessoas que se suicidaram durante o estado de emergência, que foi declarado pela primeira vez no dia 21 de julho e ainda está em vigor, 13 vítimas suicidaram-se em casa, sete na prisão, uma num centro de detenção, uma num dormitório, oito nos seus locais de trabalho e cinco na rua.

De acordo com o relatório da CHP, dezessete das pessoas que se suicidaram durante o estado de emergência eram agentes da polícia, quatro deles eram soldados, quatro deles professores, dois deles guardas prisionais, um conselheiro, um governador de distrito, um imã, um procurador público, um engenheiro, um estudante, um médico e um dentista.

No relatório afirma-se que a falta de meios judiciais que ajudarão as vítimas da purg para provar a sua inocência e as alegações de tortura nas prisões turcas levaram a um aumento significativo no número de suicídios.

A Turquia sobreviveu a uma tentativa de golpe militar no dia 15 de julho, que matou mais de 240 pessoas e feriu mais de mil pessoas. Imediatamente após o golpe, o governo do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), juntamente com o Presidente Recep Tayyip Erdoğan, culparam o movimento Gülen.

De acordo com uma declaração do Ministro do Interior Süleyman Soylu no dia 2 de abril, um total de 113.260 pessoas foram detidas como parte das investigações sobre o movimento Gülen desde a tentativa de golpe de dia 15 de julho, enquanto 47.155 pessoas foram colocadas em prisão preventiva.

(Turkish Minute)

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